Meu nome é Natália Rodrigues Job. Tenho 13 anos e fiz este texto para a Oficina de Produção Textual.
Aberto
o registro d'água, a girafa entrou no cano. O cano não era nem
largo, nem estreito. Ela gostou. A água era límpida. Tinha vários
desvios.
Passaram
semanas, que se tornaram monótonas. Mas, mesmo assim, passou mais uma
semana e vários desvios. No décimo sexto desvio, ela entrou, era uma
torneira na Indonésia. E a torneira estava entupida.
A
casa que tinha a torneira tinha um casal e três filhos. O filho
mais velho era encanador. Ele tinha tirado um dia da semana para
cuidar dos encanamentos da sua casa. Foi arrumar aquela torneira e
viu a girafinha. E foi correndo chamar os pais. Mas eles não viram
nada, porque a girafa já tinha descido pelo cano do esgoto.
Lá
ela encontrou um cano muito largo que, na verdade, era um túnel onde
tinha bichos horríveis e um cheiro muito ruim. Não tinha água limpa
para beber. A água era contaminada. Ela não iria sobreviver por
muito tempo. Passou duas semanas. A girafa estava magra e desnutrida.
No outro dia ela morreu.

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